Hello))) EVS-this is a chance which should be used by
everyone )) Your motivation can be different, but anyway you can share your
experience, learn, influence and be influenced and sometimes change your live
and the lives of the others) I'm doing EVS Portugal Lisbon-Cascais) I'm
volunteer in a youth organization Rota Jovem))) Better place difficult to
imagine, this is one of the main organizations in Portugal, they have lots of
experience of international projects. Any ideas and wishes are perceived positively,
even the crazy ones, that for me was a pleasant surprise. The organization has
lots of activities so even if you do not have your own ideas you can always
join event and help in Rota Jovem. Mentor (your official one), I was lucky and
I got attentive Portuguese girl) I must admit that the whole team Rota Jovem
are great people)) If you need advice, it would sound like this: Select the
country you like, choose a project that fits your interests and Go for it!! It's worth it! Warm Portuguese hugs
from Natalia Hantsuk!
sexta-feira, maio 31, 2013
Lembram-se do Jason?!
Since my arrival in Portugal in September, I have
experienced a cultural adventure like never before! Despite having travelled to
many destinations throughout Europe, it is only once you live somewhere that
you get a real feel for the culture and way of life.
My EVS project itself has helped a lot with my
integration in Portugal. Working in Rota Jovem, a youth organisation in
Cascais, has introduced me to so many new people through numerous activities
and events. Indeed, by organising and participating in various educational,
cultural and outdoor activities, I have been introduced to so many aspects of
life in Portugal, and therefore very lucky to have such an
"authentic" experience.
Living in Lisbon and working in Cascais has also given
me the perfect lifestyle! Lisbon is an incredible city, so full of life and
spirit. There is always music, art or sport on offer, and the Portuguese people
have a real warmth and energy that is really contagious! And every morning I
take the train along the coast to Cascais, a beautiful journey to such a
beautiful coastal town!
However, the most unique aspect of my EVS experience
is the living arrangement - an apartment in Lisbon with 7 other volunteers from
Spain, France, Poland, Romania and Belarus! I have learnt so much about the
varying cultures throughout Europe, from the languages and traditions to the
food, music and drink!
quinta-feira, maio 16, 2013
Vítor Pereira - Ucrânia
This consists in 30/40 min of fun... This is maybe the activity that I most like, the group is around 8-10 ladies and they just want to do some exercise and most important thing to have some activity outside of their houses and to meet different people. In the begin I was doing this alone but now every time I bring more 2/3 volunteers and both parts really like it. They are very funny and friendly, one funny story is the fact that they want to find a wife for each volunteer...
English Speaking Club School 61
This is a informal speaking club, consist into discussions of some topics like Intergeneration, Racism, Differences between West Europe and East Europe, etc. This Speaking Club was created because this kids want to improve their English and they were not liking the activities that we were doing in the classes, so we find this way to do something that the kids will like. This Speaking Club is completely volunteer so only the kids that are interesting go there.
Vitor Pereira.
O Vitor é um sortudo mas tu também podes ter uma experiência semelhante. Ficas em casa? Informa-te como embarcar nesta aventura em sve.rotajovem.com!
O Vitor é um sortudo mas tu também podes ter uma experiência semelhante. Ficas em casa? Informa-te como embarcar nesta aventura em sve.rotajovem.com!
quarta-feira, abril 24, 2013
Os estagiários LDV já chegaram!
Se quiseres conhecê-los aparece! :D
segunda-feira, abril 01, 2013
Petra, Michaela e Matina - Estagiárias da República Checa
I like to know this city very much like it. Lisbon is a nice, big city, but I expected more from this city. Thus, I like the Cascais and Oieras. I also really like the coast.
I collect experiences every day, always fresh and new and still more and more. Trips were great, I met a lot of beautiful sights and I'm thrilled. The trips I have lots of photos. Natalie is a good woman's a lot of fun and well spoken English. Beautifully us to describe all the sights, palaces and castles.
Working with Irene, went by so fast, but still, I'm very fond of her. She spoke to us in English beautifully and everything we have always tried to describe, so that we understand it. She's a great woman, and I'll remember it forever. And of course, everything that you can enjoy, you'll remember forever.
This is why I want to thank you for this kindness and cheerfulness. Thank you.
Petra
I like to write you about my visit the Portugal. I think, it's nice country and also culture is very nice.
My experiences there are extensive. The job on greenhouse with Irene was very nice and a lot of work, what I did, was interesting. Of course, transplating was boring thing, but co-workers were fine and funny. I am curious on the last week, but I think, that it will be good and weather could be fine, but prognosis reports rain.. All week will be raining... I hope, that we will anywhere under roof. Work with Irene was beautiful. She said a lot of about our job.
How I wrote on start of the letter, culture there is very nice. Once I was there, in Belem and I saw some monumets, but with Natali it was much better. I am glad that I could to be there and maybe sometime I will come back. After univerzity, of course.
In Lisbon and in Cascais it was very nice. There are a lot of monumets, which stand on this to see them.
Have a nice day,
Michaela
I would like to share my feelings of work with you.
I really liked working with Iren in greenhouse. It is very good experience to me. Now i know, how I can send oak and any else trees. Iren is very nice and good teacher.
Anyway, trips were sooo good. Natalia is nice too. Lisabon is beautiful city but more i liked Sintra. The most I like an ocean, today Petra and me were in ocean. We enjoyed watter and sun.
Te ja,
Martina :)
Ana Marques, Itália
Olá,
Faz um
mês e uma semana que cheguei a Panta
Rei.
Panta
Rei é uma Cooperativa Agrícola situada a
15 km de Perugia (Região de Umbria) em Itália.
Antes
de mais apresento-me, chamo-me Ana Marques tenho 22 anos e venho do Porto
(Portugal), sou formada em Urbanismo e Ordenamento do Território e
candidatei-me a este projecto em Panta Rei com mais 3 voluntarios, dois
brasileiros e uma espanhola.
Em
Panta Rei podemos encontrar vários projectos, entre eles, alimentação biológica, educação ambiental,
técnicas sustentáveis, energias renováveis e trabalho na horta.
Na nossa
primeira semana tivemos a conhecer o espaço, pois toda a cooperativa tem
aproximadamente 210 hectares, desde a horta, o bosque, a estrutura
principal, a casa dos voluntários, etc.
Depois de quase um mês em Panta Rei foi feito um fim de
semana de encontro Wwoof de toda a Itália (Wwoof é um programa de intercâmbio,
troca de trabalho entre o voluntário e as quintas em que estas oferecem
alojamento, alimentação e a oportunidade dos voluntários aprenderem mais sobre
estilos de vida orgânica, tais como, a agricultura orgânica,
permacultura, construção ecológica e
técnicas ambientais amigáveis). O
Wwoof é um programa que existe em vários países, entre eles, Portugal e Itália.
Neste fim de semana foram feitas palestras,
um mercado, ouvimos a tarantela, música Jazz, comida biológica de toda a
Itália.
Ana Marques
Achas que a Ana se está a divertir à grande? Gostavas de fazer de participar nesta aventura? Informa-te sobre as oportunidades disponíveis em sve.rotajovem.com
Achas que a Ana se está a divertir à grande? Gostavas de fazer de participar nesta aventura? Informa-te sobre as oportunidades disponíveis em sve.rotajovem.com
quinta-feira, fevereiro 07, 2013
Diogo Marçal, Letónia
Faz hoje precisamente um mês que cheguei a Kurmene para realizar o meu projecto SVE, pacata aldeia no interior da Letónia com cerca de 500 habitantes (e talvez apenas 300 durante os dias de trabalho). Habituado à vida nas grandes cidades, acabei por estranhar ao inicio o facto de viver num sitio onde não há um café, um restaurante ou um bar para ir com os amigos, o facto de raramente ver pessoas da minha faixa etária, com excepção do meu mentor, e principalmente o facto de praticamente ninguém falar em inglês. No entanto com o passar dos dias fui me acostumando a este novo estilo de vida e agora já me sinto praticamente em casa e até já consigo pedir o que quero no mini-mercado (em letão claro).
Diariamente vou cerca de 45 min ao infantário, onde ensino algum vocabulário de inglês, organizo jogos, e algumas actividades de trabalho manual e desenho. No resto do tempo aproveito para organizar algumas actividades, como por exemplo um piquenique de inverno, com cerca de -20ºC mas que não impediu cerca de 4 horas de convívio à volta de uma fogueira, treinos de ténis de mesa e mais recentemente aulas de inglês e francês para adultos.
Já tive também a oportunidade de conhecer alguns voluntários vindos de toda a Europa que estão na Letónia, partilhando imensas ideias e experiências, bem como organizar actividades em conjunto. Tem sido uma experiência fantástica e inesquecível e sinto-me tão feliz por saber que ainda tenho 5 meses pela frente!
Diogo Marçal
Laura Tavares, na Geórgia
Caros Arrotantes
გამარჯობა Gamarjoba da Geórgia
Começou a aventura de um ano de SVE em Rustavi,
Geórgia.
Apesar do frio terrivel que aqui faz, para uma
portuguesa porque os polácos parecem que estão na primavera, e das diferenças
culturais tenho a dizer que escolhi um país fantastico cheio de oportunidades e
uma associação que, por serem todos ex-SVE, tem atenção às nossas necessidades
e estão abertos a todos os nossos projectos.
Os Geórgianos são simpaticos e apesar de eu não
perceber nada do que dizem e eles não me perceberem a mim, pois russo é a
segunda lingua e pouco falam de inglês, lá arranjamos maneira de comunicar e
até já fiz amizades.
Rustavi é uma cidade calma mas fica a 20 Km da
capital Tbilisi e de Marshrutka, o transporte tradicional da Geórgia, é facil e
barato lá chegar. É mais barato ir a Tbilisi e voltar do que comprar 1 litro de
leite que é uma reliquia aqui.
A Associação onde estou é muito aberta e muito
activa a nivel de projectos e desejam construir uma ponte pela Europa até
Portugal. Já cá coloquei a bandeira portuguesa mas estão abertos a receber mais
voluntários lusitanos e até tem um modo de vida parecido connosco.
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
Rute Barbedo na Estónia
O que faz uma portuguesa na Estónia?” Era a pergunta recorrente no aeroporto, na rua, nas aldeias, no mercado, nos bares... Em Outubro, ela começou a perguntar-se sobre o que responder e, dois meses depois, aconteceu Invert to Alert.
Na Estónia, os voluntários coordenados pela organização não-governamental noOR tem direito a 20 euros por mês para planearem e porem em prática uma acção local relacionada com o seu projecto de Serviço Voluntário Europeu. Como voluntária na noOR, cujo principal objectivo é abrir janelas a pessoas com poucas oportunidades, decidi focar-me no campo das pessoas com deficiência, tomando este conceito como algo bastante amplo e subjectivo.
Invert to Alert foi, assim, um jogo de inversão das rotinas, do espaço, da interacção das pessoas com os lugares. Aconteceu no Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, 3 de Dezembro, no maior centro comercial da capital estoniana (o Viru Keskus recebe 40 mil pessoas todos os dias, sendo que a cidade tem cerca de 400 mil habitantes).
Invert to Alert contou com a participação de 40 voluntários de vários países; três línguas – inglês, estoniano e russo –; um budget microscópico; e muita força de vontade. Mas não parou em 2012. A acção vai continuar nos próximos meses, abordando tópicos como a audição e o autismo. Para conhecerem melhor a acção, vejam o video e consultem o nosso blog (inverttoalert.wordpress.com).
Vê o vídeo em http://vimeo.com/58473099
quarta-feira, dezembro 26, 2012
Jacek
Há três meses quando comecei o meu projeto em Lisboa.
Dois meses com sol e um mês com chuva. Portugal parece-me um país das gentes
alegres. Cada um tem o sorriso na cara e estes cujas encontrei, tem muito energia
positiva para outros. Inverno não existe aqui.
As escolas onde trabalho ensinam-me a ser paciente e
aberto. Paciente comigo, com problemas em comunicação, com vários situações que
acontecem. A estadia aqui é uma boa lição para mim. Mais vezes sinto-me como uma
criança nesta cultura e nesta língua. E como criança tenho que pedir ajuda
aos outros. Através disto, aprendo como e que mover-me num ambiente diferente. Talvez
mais do que dar uma ajuda, cheguei aqui para aprender isto. Como é a
experiência de uma pessoa numa terra nova. Estou como imigrante quem tem de lidar com
diferenças, mas também encontro muita bondade. Espero que com o tempo aprenda mais e mais. E talvez dentro de algunss meses, vou compreender mais e vou
conseguir chamar o mundo novo, que existe aqui. Vou crescer rápido, como
criança.
Por enquanto estou a apreciar o
país, costas azuis, diversidade dos bairros de Lisboa, gentes, boas rochas para
escalada e ambiente cheio de alegria.
Oscar Sanchez
A minha experiência como SVE,
nestes primeiros meses tem sido muito positiva.
No que diz respeito ao meu
projeto, eu trabalho em dois centros.
No primeiro, no qual
permaneço a maior parte do tempo, as minhas funções estão ligadas à área das artes. Este local permite-me observar distintas formas e técnicas de ação no
mundo com incapacidade tanto física como mental.
No segundo centro, trabalho
duas tardes por semana, as quais dedico à área da reabilitação (Terapia
Ocupacional). Uma das tardes permaneço no jardim-de-infância, com algumas
crianças com dificuldade de aprendizagem. A outra tarde fico com duas crianças
com espinha bífida com as quais desenvolvo diversas atividades (motricidade,
AVD´s…).
No que diz respeito à minha
vida social em Lisboa, gosto muito da cidade, a suas pessoas, os seus costumes,
a sua gastronomia e as suas ruas, assim como os diferentes bairros que as
compõem, onde se pode encontrar diversas atividades culturais diurnas e
noturnas.
Outro aspecto a destacar está
relacionado com o convívio que desenvolvi na casa onde resido. Aqui partilho
casa com mais sete pessoas de nacionalidades diferentes, tendo aprendido
culturas muito diferentes, tanto da minha, como da portuguesa, mas que
facilmente se conseguem relacionar. Somos todos muito diferentes mas com o
mesmo objetivo, o voluntariado!
Desde a minha chegada até
hoje, posso concluir que a minha experiência como SVE está a superar as minhas
expectativas e está a ser muito gratificante, tanto a nível profissional como a
nível pessoal. Conto aprender muito mais até junho de 2013, altura em que
termina o meu período de voluntariado em Portugal.
Benedicte Leude
O meu projeto de SVE acontece na associação ALEM de literatura e mediação. Trabalho em três escolas diferentes em que posso desenvolver os meus próprios projetos. Na primeira, um pre-escolar, tenho workshops de música com as crianças de 4 e 5 anos. Fazemos despertar musical a través de jogos com musica clássica, dança e movimento, instrumentos de percussão; ensino-lhes canções francesas e portuguesas, toco clarinete eguitarra para eles.
Na segunda escola, tenho duas atividades: primeiro, duas vezes por semana organizo com a voluntária espanhola Antonia um workshop de música ligada aos outros tipos de arte: artes plásticas, dança, teatro etc. De momento, assim é como temos organizado as sessões:
1. Fazer música com o seu corpo
2. Desenhar música
3. Mover música
4. Coloque a cena da música
5. Escrever música (letra)
6. Compor a música
Uma vez por semana, participo na “hora do conto” e toco música enquanto outra voluntária de ALEM ler um conto.
Na terceira escola, só ajudo aos professores na realização de cartazes e painéis.
Viver em Portugal é uma experiência muito interesante - mas chuvosa. Lisboa é uma cidade muito rica a nível da cultura, das saídas e das sardinhas. O que prefiro são as tostas Zaza do Bacalhoeiro, a música do ZdB, o miradouro São Pedro de Alcântara, o jardim do Torrel, a palavra "excelente", o apartamento que partilhamos com os outros voluntários e a nova linguagem internacional que usamos para comunicar (o inglé-portu-spanhol), o trajeto em comboio para ir de Lisboa a Cascais, o Meo Out Jazz durante o verão e os meus alunos nas escolas.
Antónia Huguet: O meu EVS - mais do que um dia a dia
Cheguei a Lisboa num dia de setembro
em que olhei pela primeira vez na minha vida esta cidade. Numa nova morada, 7 pessoas desconhecidas, chegadas de diferentes lugares do mundo, sem saber nada (ou quase nada)
de português e das vidas dos portugueses, reuni-mo-nos para começar os nossos projetos
de SVE pela mão da Rota Jovem que orientou
os nossos novos caminhos.
Depois de 3 meses, Lisboa não é
aquela cidade desconhecida, é uma cidade amiga que me abre as suas ruas e a sua
beleza, com a antiguidade e a história em cada passo, o rio Tejo, que tanto
necessito olhar porque abre os meus pensamentos e criatividade, uma cidade onde
descubro novos lugares, sempre que tenho tempo para percorre-la, e conhecer
melhor a vida (e a comida) dos portugueses: sempre atentos, com uma alegria
especial que inunda a vida neste lugar do planeta. E tentando falar com eles
esta língua da que tanto gosto!
A minha morada agora já não é morada, é o
nosso lar: onde vivemos cada dia uma aventura engraçada, ou simplesmente palavras, comidas, risos. As pessoas já não são desconhecidas, são
a minha nova família, os meus amigos, cada um deles é diferente, mas cada um
tem muitas coisas a ensinar-me, com as suas culturas diferentes, a sua forma
de perceber a vida, o seu recorrido
vital.
E o meu projeto em ALEM, não é só um
projeto, é a minha realidade, é um novo mundo de experiência que não é sempre fácil,
mas sempre abre a tua percepção das coisas; de novas pessoas que me brindam a
oportunidade de aprender cada dia: crianças, idosos, pessoas que se superam
cada dia, professores, educadores, novos espaços em que participar, em que
criar pontes entre culturas, onde a educação é a expressão artística são as
bases, onde percebo uma vida real, onde percebo a importância da acreditar nas
pessoas.
E só é o primeiro trimestre.
quinta-feira, dezembro 20, 2012
Vitória, vitória, acabou-se a história !
Após enviar muitíssimas
"application form" para para
vários projetos SVE em diferentes países,
Portugal escolheu-me, deu-me uma resposta positiva. Disse a mim mesma,
« porque não » ? É uma oportunidade! As boas aventuras e as
grandes aprendizagens podem ocorrer em qualquer lugar, pois as mudanças e o
crescimento são sempre interiores.
Depois de ter estado um mês em
Lisboa fui morar para a Cabeça Gorda, no Alentejo. Nesta pequena aldeia conheci
o Portugal mais autêntico, conheci os seus costumes, as suas festas (o
« bailinho » a cada 6 ° feira numa aldeia diferente, onde nos
juntávamos todos) aprendi novas danças, descobri a gastronomia mais
típica na casa do João (dono do restaurante / escritor / amante da filosofia),
os incríveis doces da padaria (que só abria às tardes), o artesanato na casa do
sapateiro. E acima de tudo conheci a amabilidade das gentes desta aldeia, pessoas
desconhecidas que abriram as portas das suas casas e nos deixaram fazer parte
de suas vidas.
Quando cheguei à Cabeça Gorda já estavam à
minha espera outras duas voluntárias, a Ilaria e a Elena (uma italiana e a
outra ucraniana) Com elas partilhei todos os momentos, bons e menos bons,
porque esta maravilhosa história do voluntariado, também é coisa de que se pode
não gostar !
O nosso projeto desenvolveu-se na «Associação
Carpe Diem na Aldeia ».
Trabalhávamos com os meninos e as crianças da freguesia. Dinamizávamos
as férias através do desenvolvimento de múltiplas atividades (excursões a
museus, atividades culturais na cidade de Beja, caminhadas, piscina, ateliers
de artes plásticas, invenção de jogos lúdico-educativos, entre outras coisas).
Durante o período escolar, trabalhávamos na sala para jantares e fazíamos
atividades com os meninos nos períodos entre aulas, assim como pelas tardes,
quando terminavam a escola, fazíamos animação, noites de cinema, reforço dos
trabalhos de casa, ateliers de história , entre outras atividades. Sempre
procurámos atividades com sentido educativo para possibilitar o desenvolvimento
da criatividade dos miúdos. Poder trabalhar com os meninos foi incrível, graças a
eles descobri muitas coisas, como o verdadeiro significado da palavra
"paciência"
. Assim, estes pequenos, e não tão pequenos, fazem parte da minha história, são
os grandes protagonistas.
quinta-feira, novembro 22, 2012
Fernando, na Gdynia (Polónia)
Olá! Sou o Fernando e estou em Gdynia (Polónia) num projeto SVE de 9 meses. Gdynia faz parte de um conjunto de 3 cidades (tri-city) no norte da Polónia mesmo junto ao Mar Báltico. Nestas cidades há comboios frequentemente e têm diversas atividades culturais e lindas praias. O meu projeto é com crianças dos 7 aos 12 anos nos subúrbios, após o horário escolar. As minhas tarefas são: ajudar nos trabalhos de casa (como inglês); jogar jogos de tabuleiro, computador ou ping pong; ajudar a preparar o lanche; e organizar atividades temáticas.
Para já, a língua é uma grande obstáculo, principalmente no voluntariado. Mas, as pessoas são simpáticas e tentam ajudar-nos mesmo que seja em Inglês.
segunda-feira, novembro 12, 2012
Marina Coelho, SVE em França
Aconselho vivamente o SVE - Serviço Voluntário Europeu a quem procura novos
horizontes. É uma experiência que nos permite desenvolver individualmente e
socialmente. Para os que querem fazer parte desta aventura devem escolher bem a
temática do seu projeto pois quando se trabalha em algo que se gosta dá-nos
mais prazer e esquematizar bem quais as atividades que pretende ou não vir a
realizar no projeto de forma a potencializar as vossas funções e
aprendizagens.
terça-feira, setembro 25, 2012
Notícias da Ana Leal, na Bulgária
Um mês passa a voar! Cheguei a Sandanski (uma pequena cidade no sul da Bulgária) dia 22 de Agosto e mal posso acreditar que o dia 28 de Setembro (data de fim do projecto) já está tão próximo. A 17ª edição do Balkan Youth Festival, que eu e outros 25 voluntários EVS ajudámos a organizar, foi um sucesso! A ideia é juntar jovens dos países desta região e através da arte e da troca de experiências, criar uma cultura de paz e solidariedade. Tivemos de tudo: de danças tradicionais a breakdance, passando por óptimos concertos, exposições e workshops. E fizemos de tudo também: construímos os cenários dos palcos (nem me lembrava da última vez que tinha pegado num pincel!), organizámos flash mobs, publicitámos o evento, participámos... Agora é hora de limpar, deixar tudo arrumado para o próximo ano e fazer a avaliação do projecto.
Nos fins-de-semana temos aproveitado para viajar e conhecer a Bulgária e estamos apaixonados pelas montanhas – uma das nossas escaladas, a Pirin Mountain, foi até notícia num jornal regional!
Obrigada à Rota e até breve!
Ana Leal


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